Viagens
Santiago – Chile
9 de setembro de 2015
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01 de setembro de 2015: Ainda no Brasil, fiz uma pesquisa do que queria fazer em Santiago e como ficaria mais barato em fazê-lo. Dentre os passeios, queria muito ir a uma vinícola.  Pesquisei algumas e fiquei na dúvida entre Concha Y Toro e Undurraga. Li vários blogs e fiquei muito tentada a conhecer Undurraga – vários elogios. Mas acabei fechando com a Concha Y Toro pela facilidade de ir de metrô. A diferença do passeio por nossa conta e pacote é gigantesca. Só para vocês terem uma ideia: com pacote de turismo, o valor mais baixo que achei foi $32,00 (trinta e dois dólares) por pessoa. Entrando no site e fechando diretamente com eles ficou $32,84 (trinta e dois dólares e oitenta e quatro centavos) pelo casal. Mesmo tendo que pegar passagem, ainda valeu a pena.

Concha Y Toro: No site da vinícola há possibilidade de agendar tours em inglês, espanhol e português. Agendei o nosso para 11:10h, pois assim, além do tour, poderíamos almoçar no restaurante de lá. Acordamos cedo e pegamos o metrô. Já sai do Brasil com todas as rotas traçadas. O blog Matraqueando me deu toda orientação de como deveria fazer. Pegamos metrô até a estação Las Mercedes e de lá um táxi até a vinícola (pagamos $3.300,00 – três mil e trezentos pesos chilenos). Chegamos um pouco antes do início do tour e ficamos andando pela recepção da “viña”.

No horário marcado, Maria da Luz – nossa guia, começou o passeio. Levou-nos até a casa do primeiro dono. Explicou-nos como se deu a criação da vinícola e fomos direto aos vinhedos. Vimos como as uvas são plantadas e passamos para a primeira degustação. Aqui não posso emitir minha opinião porque não entendo nada de vinho. Mas… fiquei feliz porque ganhamos taças (quem me conhece sabe que não bebo, mas A M O taças).

Passamos, também, pelo Casillero de Diablo. Ouvimos a explicação do nome e fizeram – dessa vez não quis nem experimentar -mais duas degustações. O total do tour foi de menos de 45 minutos. Se comparar aos tours do Sul, vou dizer que não gostei; mas se tivesse ido só nele, teria adorado!

Wine Bar: o restaurante da vinícola. O lugar é bonito e tem ambiente bem agradável. Atendimento bom e comida boa. De fato, as recomendações  do restaurante são fieis. Três B’s: bom, bonito e barato.

A volta agora foi de ônibus com um casal de brasileiros. Eles nos indicaram uma empresa de turismo que fica no Mercado Central. Assim, traçamos novas rotas e passaríamos também no Mercado Central.

Centro Cultural Estación Mapocho: é um espaço patrimonial destinado a difusão cultural do país. Aqui há incentivo nas mais diversas atividades, expressões artísticas e culturais. Além de ser um ponto de encontro em torno de feiras populares (para quem é de Brasília, algo bem parecido com os camelôs do Conjunto Nacional). Infelizmente não havia exposição, mas o local estava aberto a visitação. Bem bonito mesmo, diga-se de passagem!  Ficamos lá um tempo e demos uma volta pela redondeza! Vocês precisam ver o quanto a comida dessa feira é cheirosa. Deu MUITA, MUITA vontade de comer um frango frito! kkkk

Do Centro Cultural caminhamos até o Mercado Central.

Mercado Central: para quem não gosta do cheiro de peixe, o melhor é passar longe. Longe mesmo! O cheiro é muito forte. E para minha surpresa, o mercado tem apenas restaurantes, algumas poucas lojas de souvenirs e agências de turismo. Como já havíamos almoçado, o Alex não quis comer a centolla (um “caranguejo” bem grande, típico da região). Assim, fomos logo  ver nossos passeios.

Agência Ticket Tour: Chegamos à agência e fomos atendidos por Leonardo.Ele foi SUPER simpático e nos explicou como seriam os passeios. Acabamos fechando com ele por três motivos: preço, atenção e passarem o cartão de crédito (é muito difícil achar lugares que aceitem cartão. Antes de fechamos o pacote, já tinha visto com outras três agências que só trabalhavam com efecitvo).

Passeios reservados, agendados e pagos, resolvemos seguir a orientação do Leonardo e comer uma empanada tradicional. Empanada é um salgado típico do Chile. Posso dizer que até se parece com nossa esfirra, mas com outro tipo de recheio. Por aqui o mais típico é pino: carne, cebola, azeitona, ovo cozinho e MUITO cominho.

Empório Zunino: lugar bem santiaguino, com poucos turistas. O atendimento foi feito em Portunhol, pois não havia quem falassem em Português. A rotatividade de clientes é enorme. Gente entrando, comendo e saindo o tempo todo. Alex pediu duas empanadas, mas de tão grande só conseguiu comer uma! Eu até tentei comer, mas o cominho estava muito forte e não comi tudo!

Votamos para o apart hotel caminhando! Passamos por vários Satrbucks e paramos em um para que o Alex comesse um doce. Como comemos empanada não jantamos!

Santiago é um belo lugar a ser visitado! Vale a pena!

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simoneotawa

Brasiliense, fonoaudióloga, psicopedagoga e bancária. Amo família, viagens, animais, casamentos, flores e tudo que me faz sorrir. Não gosto de trânsito, avião e cozinha!

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