Sem sombra de dúvidas, existem várias coisas que me fazem feliz!
Sair com meus amigos, comer cachorro quente, assistir aula na faculdade, curtir os meus pais, conhecer pessoas, falar e falar; mas, o que me faz feliz e me alivia o estresse, chama-se CACHORRADA. Para mim, não existe nada melhor do que marcar para ir a Brazlândia na casa dos meus pais e curtir essa cachorrada toda.
Isso mesmo! No momento, exitem cinco cachorros na casa dos meus pais. O mais velho: o Khan. Agora ele está tão velhinho que não ouve, nem enxerga bem. Além disso, junto com a velhice, veio a obesidade; razão a qual, agora, é chamado de Gordão. Temos ainda os irmãos: Leão e Pi. Nem preciso dizer que a Pi é a coisa mais linda do mundo. Ela é muito charmosa e extremamente dengosa. Uma certa vez, meu pai relatou que ela era cheia de lega-lega (e não lenga-lenga). Gostei tanto do termo, que passei a chamá-la de Lega-lega… É cada coisa que inventamos com esses cachorros. Mas, também, cada coisa, faz-nos sorrir de um jeito diferente.
Por volta de junho, ganhei a Menina. Alex e eu pensávamos que o apartamento em Águas Claras logo ficaria pronto. Belo engano! Nada de apartamento e nada da Menina poder ficar aqui na quitente. É proibido. Resultado: ficou na casa da minha mãe. Lá está ela comendo todas as plantas da minha mãe. Ela fica brava, mas meu pai sorri até quando ela “mastiga” seus óculos.
No final de julho, chega o outro. Esse ainda sofre com crise de identidade, pois cada um o chama de um jeito diferente. Para mim, é Carrapato. Para o Alex, Cacu. Para minha Vó Tereza e Marcos, Fofinho. Para minha mãe, Thor. Para o meu pai, Menino. Ainda não sabemos que nome vai prevalecer. Sabemos, apenas, que é extremamnte custoso e danado.
Enfim, ter cachorro é a melhor coisa do mundo. Dá trabalho, sim, mas… alivia a tensão!
Plagiando o Chiclete com Banana: SOU CACHORREIRA!!!